És itálica bebida forte
Amargo, rubro veneno
Nobre por cautela absoluta
Pobre adolescência sem dinheiro
Nas escaldantes ou gélidas noites
Cega-me o teu belo vermelho
Enxe minha boca de euforia
E mata minha sede por inteiro
É notável minha clara dependência
Que a mais profunda taça se esvazia
Mas se por outra acabar te trocando
Paro de beber como num encanto
E trago devolta a excelência
Que vem pra findar minha apogia
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